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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Reciclar uma Estante


A minha filha andava a pedir-me uma secretária nova para o seu quarto. Queria uma dentro do mesmo modelo mas tinha que ser branca. Expliquei-lhe que tinha uma secretária muito boa e que eu tinha pena de a pintar, sendo ela em madeira maciça e depois podia ficar a destoar do resto do conjunto do quarto.

Fiquei a pensar naquilo. Ocorreu-me então uma ideia para produzir uma modificação não permanente, económica e de fácil remoção. Ao mesmo tempo, resolveria um problema causado por humidade no painel inferior da secretária.

A estante da secretária ficaria um pouco mais leve e os objetos teriam mais destaque. E nada melhor do que começar as aulas com uma área de estudo rejuvenescida (e com menos tralha!).

Antes:


Fiz as medições necessárias e fui ao Leroy Merlin  comprar uma placa de mdf de 3 mm, lacada a branco de um dos lados (que mais parece um plastificado). Usei o serviço gratuito de corte para efetuar todos os cortes necessários. Poupei bastante tempo e trabalho com este serviço, e além do mais, não possuo maquinaria apropriada para fazer cortes perfeitos e sem mastigar o mdf.



Para fixar as placas aos fundos das prateleiras, usei uma fita dupla autoadesiva forte. O painel inferior foi fixado com cola prego, pois a madeira estava bastante danificada.






Também aproveitámos para redecorar a estante da Diana. Agora com 12 anos, e fã de dourado (não sei a quem é que a miúda sairá...!), trocou os livros de histórias para adormecer e outros bonequinhos por livros juvenis, caixinhas com vernizes e outros objectos nos seus tons preferidos.
Acho que a estante parece mais leve, e até dá a ilusão de ótica de não ter qualquer painel posterior, como se o branco fosse da parede.









Boa semana!

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Aproveitamento de Cerâmicos no Jardim


Ter um bebé em casa faz-me lembrar os jogos de vídeo: quando terminamos um nível e sentimos um certo alívio, logo em seguida deparamo-nos com um nível ainda mais complicado! O Martim tem seis meses e já gatinha pela casa toda. Também começou a trepar objetos baixos e a querer pôr-se em pé... é um bebé muito enérgico e destemido.
Ora, cuidar de um bebé que não para quieto e gerir tudo o resto inerente a uma família de cinco não é nada fácil, e há coisas não prioritárias que eu vou deixando para amanhã. Exemplo disso são os nossos canteiros, que não recebendo atenção foram ficando esmorecidos. Ao mesmo tempo, ando a tentar diminuir o volume de objectos que tenho armazenados, e surgiu a ideia de reaproveitar um vaso decorativo que tinha cá em casa oferecendo-lhe uma função um pouco diferente: um vaso diferente de flores para o exterior.

Já há mais de seis meses que não ia à estufa escolher umas plantinhas para a nossa casa. Desta vez trouxe umas vincas, lindas e coloridas. Costumam florescer o ano todo e por isso escolhi-as para animar o canteiro próximo da entrada da nossa casa.


Retirei esta espécie de jarrão do suporte em metal e cavei um pouco a terra para o acomodar de forma firme. Não plantei a flor dentro do jarrão, acomodei-a no solo mas de forma que pareça estar dentro do vaso. Deste modo é mais fácil regar e mantê-la saudável. É possível replicar esta ideia com cerâmicos de vários formatos e até objectos lascados ou partidos. Este não perdia nada em ser um pouco maior... mas achei mimoso na mesma!



Boa semana!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Pano H&M Emoldurado II


É a segunda vez que faço este tipo de ideia porque os panos da loiça da H&M são tão bonitos que apetece emoldurar! Pode espreitar aqui o primeiro projecto, e aqui como ficou na nossa cozinha.

Quando encontrei este pano achei-o giríssimo para o quarto da Diana. Ela está numa idade de transição (12), e por vezes é difícil perceber o que posso fazer para atualizar o seu quarto para os próximos anos. Quando lhe mostrei a ideia, partilhou do meu entusiasmo e ainda me ajudou com a moldura e preparação da parede.


Alguns quadros poderão deixar manchas escuras na pintura. Não sei porque é que isso acontece, mas vejo que as molduras Ikea apresentam maior propensão para esse problema. É aborrecido que sempre que eu queira mudar um quadro de sítio, tenha de lidar com estes rastos fantasma. Estas manchas ficaram mais disfarçadas depois de se passar um pano com lixívia diluída, mas o problema só ficaria resolvido pintando de novo aquela área... Os quadros que mudámos são estes que fiz há uns anos quando a Diana era mais pequena.


A moldura que utilizei é o modelo Ribba de 50x70 cm. Estas molduras de grandes dimensões estão cada vez mais leves (o vidro foi substituído por acrílico) e é provável que já não apresentem um problema antigo de abaular com o tempo, pois trazem umas pequenas peças incorporadas que permitem aparafusar o painel traseiro a cada um dos lados. No entanto, não recebi solução por parte da Ikea para resolver a deformação das molduras que adquiri há mais tempo.



É importante que o pano seja muito bem passado a ferro. Eu não o costumo lavar para que mantenha a goma de fabrico. Na montagem da moldura, uso o painel posterior para me auxiliar a manter o tecido esticado em todas as direções e um pouco de fita de pintor quando necessário.






Boa semana!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Renovação da Cozinha // Azulejos Pintados Parte II


A nossa cozinha sofreu grandes alterações ao longo dos anos. Devido ao facto de não ter sido feita uma grande renovação de uma vez só, acabou por ficar com elementos não muito consistentes entre si a nível de design. Pelo caminho cometeram-se também alguns erros épicos, como a colocação de azulejos cor de laranja vivo na zona dos balcões... Uma solução que se revelou muito promissora foi a pintura dos mesmos com tinta apropriada para azulejos.

Mas a pintura tinha ficado por metade da cozinha, e hoje mostro como ficou a cozinha completa, com os azulejos da parte do lava loiça tratados, assim como as paredes envolventes que eram/são em mármore. Usámos novamente o esmalte para azulejos da Titan. Para ver como eram os azulejos assim como a primeira parte da renovação, pode espreitar aqui.

Também posso dar agora a minha opinião em relação à performance de uso e a facilidade de manutenção, assim como a resistência da tinta. Já passaram vários meses desde a pintura da zona mais problemática da cozinha (lava loiça e fogão) e tenho a dizer que a tinta não se alterou nem um pouquinho, continua acetinada, o tom branco manteve-se e não descascou em parte alguma. Lava-se muito bem ou ainda melhor do que antes, uma vez que as juntas ficam completamente lisas e suaves.
Suponho que se deva ter o cuidado de limpar com brevidade certas nódoas como as de tomate para evitar tingimento da cor, mas uma simples passagem com spray multiusos elimina esse risco.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Lavagem Capa Sofá Kivik (Ikea)


O sofá da gama Kivik que adquirimos para a nossa sala multimédia, é provavelmente, o sofá mais confortável que já tivemos.
Todos gostam de dormir lá as sestas, de tão espaçoso e confortável que é. Após 2 anos de uso, estava na hora de o lavar pela primeira vez. Qual não é o meu espanto quando verifico a etiqueta que indica que não pode ser lavado, apenas admite limpeza a seco! Ora um dos critérios para a compra deste sofá foi precisamente a facilidade com que as capas saem e se lavam. Poderia jurar que aquando da compra, me tinha certificado de que poderiam ser lavadas na máquina.

No site da Ikea, verifiquei agora que dos vários tecidos disponibilizados para este modelo, o Isunda Cinza é um dos que não permite lavagem na máquina. Fiquei aborrecida com isto, pois não contava com esta despesa adicional de cada vez que me apetecer lavar o sofá.


Como é um tecido muito vendido da Ikea, pesquisei um pouco para tentar perceber se alguém no mundo inteiro tinha tentado lavar as capas e qual tinha sido o resultado. Felizmente consegui encontrar alguns relatos, todos eles positivos: as capas Isunda Cinza mantinham a cor e a forma após lavagem em ciclo delicado.

Serve o presente para informar que experimentei lavá-las (não sem antes fazer algumas orações) e saíram impecáveis! Usei um programa de roupa delicada, a baixa temperatura e rotação. As capas foram viradas do avesso e secas ao ar no estendal do quintal.




As capas mantiveram a forma e a cor, e os fechos também não sofreram alterações. Ficaram perfeitas como quando eram novas, o que se traduz num sofá novo e cheiroso outra vez, pelo preço de duas lavagens na máquina (duas cargas para o sofá completo).

Boa semana!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Que tipo de soalhos flutuantes escolher na hora de remodelar a casa?



As obras de remodelação podem tornar-se um pouco complicadas, especialmente se não dominamos certos assuntos. Por exemplo, quando tivemos que comprar o soalho flutuante para o chão da nossa sala multimédia, não sabia muito bem por qual optar. A verdade é que pouco ou nada sabia acerca de soalhos flutuantes, por isso, de forma a conseguir escolher o mais indicado para o nosso caso, tentei informar-me bem primeiro. E eis aquilo que aprendi relativamente a este assunto:

·      Existem dois tipos de soalhos flutuantes: o sintético e o de madeira;

·   O soalho flutuante sintético tem várias camadas fundidas na sua composição, o que o torna mais resistente, e assemelha-se a um chão de pedra, de madeira ou até a um chão cerâmico, ideal para qualquer tipo de divisão, incluindo a casa de banho;

·     O soalho flutuante de madeira, por outro lado, leva poucas camadas - apenas duas ou três – e tem a vantagem de poder ser envernizado, após um certo desgaste com o seu uso no dia-a-dia;

·    Relativamente aos pavimentos sintéticos, é importante que saiba que existem os DPL e os HPL. Os pavimentos laminados sintéticos DPL são apenas laminados por pressão directa e só têm na sua composição 3 camadas, ao contrário dos HPL, que são pavimentos laminados de alta pressão e são fabricados com 5 camadas, no mínimo. Conclui-se, portanto, que os soalhos flutuantes sintéticos HPL são bastante mais resistentes, estáveis e aguentam um maior impacto. É claro que, sendo um piso bastante superior, vai ter um custo ligeiramente mais alto;

 ·   Outro ponto que devemos ter em conta para saber qual o melhor soalho flutuante, é que os sintéticos têm uma avaliação que determina a sua resistência, a chamada avaliação AC. Esta avaliação é feita com base em testes de resistência às marcas de mobiliário, às erosões, às manchas e a outros impactos, como por exemplo, o fogo. Com uma escala que vai de AC1 (avaliação mais baixa) a AC6 (avaliação mais alta), os pavimentos são assim diferenciados e colocados no mercado.

Estas são as características mais importantes a reter na hora de escolher um soalho flutuante. Para além destas informações, devemos também estar cientes do local onde o queremos colocar, do número de pessoas que o vai pisar e do desgaste que vai ter. Por exemplo, se quiser colocar o pavimento na sala de uma casa onde habite uma família com animais e crianças, deve comprar um soalho bem mais resistente e duradouro. Caso contrário, se for apenas para colocar no escritório, provavelmente não precisará de uma qualidade tão elevada.

Visto que é um investimento considerável, é importante fazer a escolha com consciência: analisar todas as condicionantes, avaliar a relação qualidade-preço de cada um e só proceder à compra quando tiver totalmente a certeza do que pretende. 

Fonte da imagem: Pinterest

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